Mais duas voltas pela frente e já sinto os primeiros sinais de desgaste. A chuva parou e o vento abrandou um pouco mas nem por isso o sol apareceu. Ao Km 15 faço o último desvio e sinto que os últimos 5 Km vão ser dificeis.
De fato, assim aconteceu. Metro após metro, o cansaço foi aparecendo e a força muscular desaparecendo. Não cheguei à exaustão, teria colocado um ponto final antes de cair nessa situação, mas foi dificil. As últimas centenas de metros foram quase por arrasto, ajudado por vezes pelo vento, prejudicado por vezes, dependendo da direção em que corria.
Também não ajuda ver os senhores praticantes da modalidade, que treinam no complexo desportivo do Jamor, ditos profissionais, passar por mim como se pisassem nuvens ao triplo da velocidade. No entanto, o aspeto psicológico foi o mais fácil de ultrapassar, ajudou e muito, o planeamento do percurso.
De fato, assim aconteceu. Metro após metro, o cansaço foi aparecendo e a força muscular desaparecendo. Não cheguei à exaustão, teria colocado um ponto final antes de cair nessa situação, mas foi dificil. As últimas centenas de metros foram quase por arrasto, ajudado por vezes pelo vento, prejudicado por vezes, dependendo da direção em que corria.
Também não ajuda ver os senhores praticantes da modalidade, que treinam no complexo desportivo do Jamor, ditos profissionais, passar por mim como se pisassem nuvens ao triplo da velocidade. No entanto, o aspeto psicológico foi o mais fácil de ultrapassar, ajudou e muito, o planeamento do percurso.
Chamou a minha atenção uma dor no joelho esquerdo que muito levemente marcou a sua presença nos últimos Kms. Felizmente sem qualquer efeito visivel nos dias seguintes.
Quanto a números: 2h08m de corrida. 20Km de distância. Média de 6:26min./Km. Profetizo cerca de 2h15m para fazer a meia maratona. Como as bolachas, bebo água e sigo para casa. Cansado mas satisfeito, aguarda-me a prova das Lezirias em Vila Franca no próximo dia 15 de Março.
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