quarta-feira, 10 de julho de 2013

...e um novo máximo

Se a prova anterior era um desafio à resistência, a prova seguinte era boa para a velocidade. Sempre a direito do principio ao fim e sem grande história.
 
A corrida de Santo António não tem desnível ou pelo menos praticamente nenhum. É chegar o mais depressa possível do ponto A ao ponto B. Como vai sendo habitual, a minha estratégia passa por encontrar um colega que tenha mais ou menos o mesmo ritmo que eu. A partir dai seguimos quase lado a lado.
 
Para começar, os dois primeiros Km foram abaixo dos 5:00min./Km. Depois e até ao fim, uma média de 5:20min./Km. No último Km, quando começava a denotar algum cansaço, abrandei um pouco. Mesmo assim, concluo o 10ºKM abaixo dos 6:00min./Km.
 
No fim, um novo máximo, 52m43s. Como prémio recebo um manjerico, oferta da organização.
 
Para além da satisfação evidente por ter obtido um novo máximo pessoal, há que destacar a importância de ter uma referência no nosso ritmo.
 
A companhia de alguém a nosso lado permite manter o ritmo sem cair na tentação de ir mais rápido, ou de perder a noção de que vamos mais lentos que o habitual. Quando nos distanciamos, percebemos que algo se alterou. Um de nós, ou vai mais lento ou vai mais rápido. De imediato, tenta-se corrigir.
 
Nalgumas provas fica-se com a recordação do sofrimento, mas associa-se este à proporção do desafio que depois de vencido transforma-se em satisfação. Noutras, registamos uma boa recordação por ter obtido um novo máximo pessoal, seja pelo tempo, pela distância, pelo desnível, pela convivência ou pura e simplesmente por nos sentirmos com boa saúde.

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